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Campeonatos Mundiais e Europeus de Futebol: os equipamentos de Portugal nos últimos 20 anos
Descobre os equipamentos de Portugal nos últimos 20 anos e revive as grandes memórias da Seleção. Escolhe já o teu favorito!
6 fevereiro 2023
A primeira edição dos Campeonatos Mundiais de Futebol ocorreu em 1930 no Uruguai, enquanto os Campeonatos Europeus só viram a luz do dia em 1960.
Apesar das inúmeras edições de campeonatos mundiais e europeus, durante o século XX, os portugueses só tiveram a honra de ver a sua seleção numa grande competição no Mundial de 66, no Europeu de 84 e no Europeu de 96.
Com a entrada no século XXI, tudo mudou. Assente numa estratégia que privilegiava a formação, a FPF lançou as bases para qualificações ininterruptas de 2000 até agora e o aparecimento sucessivo de grandes gerações de jogadores que carregam no corpo o equipamento da seleção nacional.
Desde 2000, de dois em dois anos, podemos tirar o equipamento da seleção nacional do armário e vibrar com os seus feitos nos grandes palcos internacionais.
Nem sempre o equipamento da seleção nacional que vestimos ou vemos outros portugueses vestir na rua corresponde ao equipamento oficial que a seleção portuguesa veste nos jogos do Mundial ou Europeu que está a disputar.
O verde e o vermelho são eternos, mas de dois em dois anos há mudanças. Ao longo deste artigo vamos dar-lhe a conhecer todas as mudanças que os equipamentos de Portugal conheceram nos últimos 20 anos. Comecemos pelo Mundial 2002 disputado na Coreia e no Japão.
Portugal no Campeonato Mundial de 2002 (Coreia/Japão)
Comandada por António Oliveira (selecionador) e capitaneada por Fernando Couto, a seleção nacional marcou presença no Mundial da Coreia /Japão.
Portugal ficaria pela fase de grupo depois de derrotas com os Estados Unidos e Coreia do Sul e uma vitória sobre a Polónia.
Apesar de possuir equipamentos alternativos, nestes três encontros Portugal apresentou o seu equipamento principal que, à exceção da introdução de motivos verdes na camisola, era muito semelhante à utilizada pela seleção no Europeu de 2000.
Portugal no Campeonato Europeu de 2004 (Portugal)
A ocasião merecia um equipamento à altura da organização de uma grande competição.
Neste Europeu em que todos vestimos corpo, ruas e casas com as cores nacionais, o equipamento da seleção ficou imortalizado por um vermelho vivo da camisola que tinha os números e uma roda à sua volta em amarelo que lhe dava um ar alegre que só a Grécia apagou.

Portugal Campeonato Mundial de 2006 (Alemanha)
Depois do grande europeu em casa, Portugal partiu para a Alemanha com uma bagagem cheia de sonhos e equipamentos cheios de personalidade.
O vermelho vivo do Euro 2004 foi substituído por um vermelho mais sóbrio que, pela primeira vez na história, também foi usado integralmente nos calções.
Para além do 4º lugar final, segunda melhor prestação de sempre da seleção lusa em mundiais, ficou na retina de todos os equipamentos da seleção alternativos, especialmente o equipamento alternativo todo negro.
Portugal no Campeonato Europeu de 2008 (Áustria/Suíça)
O vermelho integral do equipamento da seleção manteve-se, mas ganhou vivacidade e, à semelhança dos equipamentos da seleção em 2002, uns motivos verdes nas laterias da camisola.
As mudanças chegaram também ao equipamento alternativo com o negro integral a ser substituído pelo branco integral com gola vermelha e motivos verdes na camisola, calções e meias.
Portugal no Campeonato Mundial de 2010 (África do Sul)
A cor e alegria de África acabou por transbordar para os equipamentos da seleção. O equipamento principal só foi utilizado no jogo de boa memória contra a Coreia do Norte (fase de grupos que terminou com 7-0 a favor das cores lusas.
Neste equipamento integralmente em vermelho, sobressaía duas faixas horizontais verdes, uma no tronco a cobrir o símbolo da FPF e uma outra nas meias.
Já nos jogos contra a Costa do Marfim (fase de grupos) e Espanha (oitavos de final), o escolhido foi o equipamento alternativo com a camisola branca a ser atravessada por uma barra vermelha e verde vertical cortada pelo número, calções verdes e meias brancas com faixa horizontal verde.
No jogo com o Brasil (fase de grupos), Portugal apresentou-se em campo com a camisola vermelha do equipamento principal a combinar com calções brancos e meias verdes com uma faixa horizontal vermelha.
Portugal no Campeonato Europeu de 2012 (Polónia/Ucrânia)
A seleção portuguesa chegou à fase final do Europeu de 2012 com um equipamento principal inteiramente em vermelho que apresentava apenas apontamentos de verde na gola e nas meias, que incluia um polo de passeio verde.
Ultrapassada a fase de grupos, este equipamento foi substituído nos quartos de final (frente à Republica Checa) e Espanha (meias-finais), eliminatórias onde Portugal surgiu em campo para com o equipamento alternativo onde o branco imperava e se destacava uma cruz estilizada no peito em tons de vermelho e verde.

Portugal no Campeonato Mundial de 2014 (Brasil)
Estados Unidos, Alemanha e Gana eram a barreira a vencer para Portugal sonhar com um lugar de destaque no Mundial do Brasil. Para auxiliar nesta tarefa, um equipamento principal integralmente vermelho com particular destaque para a camisola que apresentava listas em diferentes tons de vermelho.
Apesar de não o ter utilizado na campanha, o equipamento alternativo era uma bela peça de vestuário desportivo com camisola branca e calção azul a fazer-nos lembrara as primeiras camisolas de jogo da seleção nacional na primeira metade do século XX.
Portugal no Campeonato Europeu de 2016 (França)
O inesquecível verão de 2016 será para sempre relembrado por aquele disparo fenomenal de Éder na final contra a França que nos sagrou Campeões da Europa pela primeira vez.
Nesse momento de festa, vemos o equipamento principal em ação, um conjunto onde o verde voltou a ganhar destaque com lugar nas meias e sob a forma de uma lista vertical que se estendia da camisola até aos calções.
Já no jogo das meias-finais contra o País de Gales, o escolhido foi o equipamento secundário que deixou o branco para se revestir de um tom verde-água.

Portugal no Campeonato Mundial de 2018 (Rússia)
Camisola e calções vermelhos (sem lista verde) e calções verdes foram a estrela da companhia na campanha de Portugal na sua participação no Mundial 2018 na Rússia.
Utilizado no jogo inaugural contra a Espanha, este equipamento foi substituído pelo alternativo novamente integralmente branco, mas com os números a vermelho nos jogos contra Marrocos e contra o Uruguai, este último o jogo que nos eliminou desta competição nos oitavos de final.
Portugal no Campeonato Europeu de 2020 (vários países)
Quatro jogos, dois equipamentos utilizados. Para o seu sexto europeu consecutivo e oitavo da história, Portugal apresentou-se em campo no primeiro jogo contra a Hungria com o icónico equipamento alternativo que assenta numa base esverdeada à qual foram adicionadas três barras vermelhas e verdes horizontais na camisola.
Para os confrontos com Alemanha e França, jogos de sabor agridoce para as cores lusitanas, a seleção utilizou o seu equipamento principal marcado pelo vermelho da camisola e meias e do verde dos calções.
Portugal no Campeonato Mundial de 2022 (Catar)
Para um mundial disruptivo, um equipamento disruptivo. Para os jogos contra o Gana, Uruguai e Suíça, Portugal entrou em campo com o seu equipamento principal, um conjunto que deu muito que falar por incluir uma diagonal que “corta” a camisola entre verde e vermelho a que se juntam calções verdes e meias vermelhas.
Já nos jogos contra a Coreia do Sul e Marrocos foi o equipamento alternativo branco com faixa horizontal verde e vermelha no peito.
Nestes 20 anos, os equipamentos da Seleção Nacional não foram apenas peças de roupa desportiva: tornaram-se símbolos de gerações, de conquistas e de momentos que ficaram gravados na memória coletiva dos portugueses.
Do vermelho sóbrio ao arrojo das combinações mais recentes, cada camisola contou uma história e acompanhou-nos em vitórias, derrotas e, sobretudo, na paixão inabalável por Portugal.
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